✑ Todos loucos

Somos errantes,
Somos vagantes
alienados a margem
da razão

Somos os excluídos
os isolados,
os anormais
Vivendo num mundo paralelo

Indigentes,
preferimos a obuscuridade do ser
Esquecemos da beleza
das anomalias

Que por fim
Não há maior dom
E concordar com Freud
A normalidade me enjôa

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