✑ Mendigo

Cabisbaixo e sofrido
O homem da sarjeta
Olha a água dá chuva
Esconde a amargura
Nos goles da pinga
Esquece da vida.

Amigo dos cães,
Dos gatos,
Meu Deus!
Até dia ratos.
Reclama da brisa
Dos calos
Diabos!
O homem da sarjeta
Sarnento e corcunda
Morimbundo,
Acende um cigarro
Me olha nos olhos...
Segue tua vida!
Então vou.

Compartilhe esse poema nas redes sociais!

Leia Também:

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Topo